quarta-feira, 15 de julho de 2009

10 rituais bizarros

Comer os mortos

      Os Aghoris são membros de uma seita hindu que adoram Shiva, a quem eles vêem como o deus supremo. Eles acreditam que Shiva criou tudo – e consideram que nada do que Shiva criou seja ruim. Por este motivo eles dedicam-se a uma variedade de práticas sexuais, onde bebem álcool, tomam drogas e comem carne. Mas o que faz com que as suas antigas tradições sejam bizarras, é que eles também praticam atos canibais em seus templos de cremação. Um Aghori vive da cremação e é capaz de se sustentar somente disso – suas roupas vêm dos mortos, a sua lenha vêm das piras funerárias e se alimentam a partir do rio. Quando uma pessoa é cremada, um homem Aghori fica em meio as cinzas do corpo e medita sobre os mortos.

      O aspecto mais chocante da vida de um Aghori é o canibalismo. Cadáveres encontrados flutuando no rio são recolhidos e um Aghori se senta em cima dele para meditar. Daí, os membros são removido e comidos crus. Assista o vídeo!

 

Arremesso de bebês

      Todos os anos, na Solapur (uma região em Maharashtra, Índia) diversos pais se reúnem para lançar seus bebês do alto de uma torre de 15 metros e aparados por uma cama elástica improvisada. Os pais acreditam que a prática dará aos seus filhos vida longa e serão saudáveis. Assista o vídeo!

 

Rito de iniciação Sateré-Mawé

      Os Sateré-Mawé habitantes de uma tribo da região amazônica do Brasil, tem um rito agonizante para os meninos. Para se tornar um homem, o menino deve inserir sua mão em uma luva, que é tecida com formigas que têm uma das mais dolorosas picadas na natureza e aguentar durante 10 minutos e repetir o ritual vinte vezes ao longo dos meses. Assista o vídeo!

 

Ritual Matam

      Para comemorar a morte de Husayn ibn Ali (um neto de Maomé), alguns grupos de muçulmanos xiitas tomam as ruas e chicoteiam-se especialmente com navalhas ou facas. Outros grupos fazem cortes em suas cabeças com uma faca. Esta terrível tradição, chamada de Matam, também é praticada por crianças ou forçada pelos próprios pais a fazerem parte do ritual. Assista o vídeo!

 

Caixões pendurados

      Nas Filipinas e em uma tribo indígena chinesa, além dos Toraja, têm o costume de não enterrar os mortos e sim colocá-los em caixões e pendurá-los nas paredes de cavernas. Com isso o cadáver evita o contato com os bichos da terra e apodrecem mais lentamente que o normal.

 

Os Yanomami

      Provenientes do Brasil e da Venezuela a tribo Yanomami tem a tradição religiosa de proibir a manutenção de qualquer parte do corpo do morto, por esta razão, quando um Yanomami morre, seu corpo é levado para ser queimado e os ossos são triturados e combinados com as cinzas. Estes são, então, divididos entre a família e posteriormente comido.

 

Alimentar os mortos

      Recentes descobertas no Vaticano apontam uma peculiar tradição dos antigos romanos e que era executado até o inicio do século no leste europeu. Trata-se de um ritual em que eles colocavam comida, água, e mel para os mortos, como sinal de agradecimento pela vida, e também para as bênçãos que esses mortos trariam.

 

O ritual do cuspe

      Você aprendeu que cuspir nas pessoas é uma tremenda falta de respeito, mas não na tribo Masai encontrada no Quênia e na Tanzânia. Lá uma forma de saudação é cuspir uns aos outros, além de que, quando uma criança nasce, a forma de “batismo” adotada pela tribo é o bebê ser cuspido, pelos homens da tribo Masai. Assista um video sobre os Masai!

 

Vivendo entre os mortos

      Os Torajan, um grupo étnico do sul Sulawesi, na Indonésia, geralmente demoram muitos meses para que a família de uma pessoa morta possa levantar fundos para o funeral, enquanto isso o cadáver é envolto em panos e mantido assim até o dia do enterro, quando o corpo é colocado em uma caverna e sua efígie é colocada de maneira que fique "olhando" para fora. Assista o vídeo!

 

Ritual Iyomante

      Os Ainu, são uma etnia (Japão e Rússia) que tem como ritual homenagear a natureza, abatendo um urso hibernante e criando os filhotes durante dois anos, em seguida os ursos são sacrificados e os aldeões bebem seu sangue e comem sua carne. O crânio é posto numa lança e embalada com a pele do animal, representando um espantalho bizarro que da proteção ao povo. Assista o vídeo!

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